Ailton Reis
Lula é uma piada. Seus discursos e ações provam isso. O único problema brasileiro é que insistimos em tratá-lo com seriedade.
No árduo trabalho de justificar as falcatruas noticiadas diariamente, ele apela a cada dia mais baixo, abandonando de vez os resquícios de razão que algum dia possuiu: “Não será o PT o único partido a ter companheiros que cometam erros", disse, em comício para 3.800 pessoas, em Sorocaba, no interior de São Paulo. "Numa mesa de 12, um traiu Jesus Cristo e, na mesa dos Inconfidentes, um traiu Tiradentes". Citações impertinentes sem peso argumentativo são apenas um dos vastos recursos de seu repertório pré-fabricado.
Em mais uma demonstração de bom senso e modéstia, soltou a pérola: “Respeito é bom e a gente gosta de dar e receber. Se colocar todos eles no balaio, não valem o que eu valho do ponto de vista moral e ético”. Considerando todo o histórico de denúncias em suas costas, esse pronunciamento entra com honra em seu acervo de piadas.
Na sua cega e inescrupulosa empreitada em segregar eleitores entre povão e elite, Lula não mede conseqüências e continua regurgitando asneiras. "Esta campanha, não é uma campanha de um candidato contra outro. Esta campanha é uma campanha do povo trabalhador deste país contra uma elite aristocrata que manda neste país desde que este país é governado, desde que (Pedro Álvares) Cabral chegou. É isso que está em jogo neste momento. O ódio não é contra mim, até porque eles me respeitam muito, o ódio chega a ser contra o povo" Apesar de moralmente execrável, ele age de maneira “esperta”. Após transformar o Brasil num imenso curral eleitoral, ele tem que incitar o povão – obviamente, usando para isso impropérios demagógicos.
Contraditoriamente à sua faraônica política de assistencialismo barato, afirma: “Quando o povo pobre votava nos políticos do PFL por causa do cabresto eles não se incomodavam.” E continuou: “Mas, agora, o povo não está votando porque não precisa de favor. É esse país que estamos construindo que incomoda.”
É, Lula, de fato, implementou mudanças na política brasileira. O povo ainda precisa de favores em época de eleição. Porém, esse período sofreu uma sutil dilatação, tendo começado há 4 anos, com o primeiro pagamento de bolsa-família.
Lula é uma piada. Seus discursos e ações provam isso. O único problema brasileiro é que insistimos em tratá-lo com seriedade.
No árduo trabalho de justificar as falcatruas noticiadas diariamente, ele apela a cada dia mais baixo, abandonando de vez os resquícios de razão que algum dia possuiu: “Não será o PT o único partido a ter companheiros que cometam erros", disse, em comício para 3.800 pessoas, em Sorocaba, no interior de São Paulo. "Numa mesa de 12, um traiu Jesus Cristo e, na mesa dos Inconfidentes, um traiu Tiradentes". Citações impertinentes sem peso argumentativo são apenas um dos vastos recursos de seu repertório pré-fabricado.
Em mais uma demonstração de bom senso e modéstia, soltou a pérola: “Respeito é bom e a gente gosta de dar e receber. Se colocar todos eles no balaio, não valem o que eu valho do ponto de vista moral e ético”. Considerando todo o histórico de denúncias em suas costas, esse pronunciamento entra com honra em seu acervo de piadas.
Na sua cega e inescrupulosa empreitada em segregar eleitores entre povão e elite, Lula não mede conseqüências e continua regurgitando asneiras. "Esta campanha, não é uma campanha de um candidato contra outro. Esta campanha é uma campanha do povo trabalhador deste país contra uma elite aristocrata que manda neste país desde que este país é governado, desde que (Pedro Álvares) Cabral chegou. É isso que está em jogo neste momento. O ódio não é contra mim, até porque eles me respeitam muito, o ódio chega a ser contra o povo" Apesar de moralmente execrável, ele age de maneira “esperta”. Após transformar o Brasil num imenso curral eleitoral, ele tem que incitar o povão – obviamente, usando para isso impropérios demagógicos.
Contraditoriamente à sua faraônica política de assistencialismo barato, afirma: “Quando o povo pobre votava nos políticos do PFL por causa do cabresto eles não se incomodavam.” E continuou: “Mas, agora, o povo não está votando porque não precisa de favor. É esse país que estamos construindo que incomoda.”
É, Lula, de fato, implementou mudanças na política brasileira. O povo ainda precisa de favores em época de eleição. Porém, esse período sofreu uma sutil dilatação, tendo começado há 4 anos, com o primeiro pagamento de bolsa-família.
2 comentários:
Lula é demagogicamente hipócrita ao ponto de não admitir que sua política é exatamente IGUAL aos governos anteriores...
Ou ele acha que o PFL e o PSDB nunca citaram o nome do povo e isso é um privilégio seu? (Vale a pena ser citado?)
O tempo destrói tudo...destruiu, inclusive, o direcionamento de campanha do PT...
E aí rapaz! Agora, você já pode comentar em meu blog também. Eu fiz outro no Blogspot/ Blogger. Quero ver você não comentar agora. Abraço!
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