Nota: em matéria de ambientalismo sou um nada. Não me envergonho de ter tirados notas medíocres em ciências durante o ginásio. Para não recorrer ao método brasileiro de debater (dá pitacos sem base alguma), faço apenas uma exposição de posições científicas que são ignoradas pela grande mídia por se oporem ao alarmismo vigente.
Alardeia-se muito o aquecimento global. A mídia expõe um aparente consenso dos cientistas. Criou-se um senso comum. Todo mundo está bem esclarecido e informado, uma espécie de neo-iluminismo (suposta época das "luzes"). Atualmente, qualquer farrista, numa mesa de bar enchendo a cara, se sente na obrigação intelectual de associar sol forte ou chuva intensa ao efeito estufa.
A realidade, porém, é outra. Até hoje, não há pesquisas científicas que confirmem a influência humana no aumento da temperatura terrestre. Pesquisadores anti-apocalípticos estão sendo freqüentemente intimidados e tendo seus fundos de pesquisa cortados.
Alguns fatos. No último século a temperatura do planeta subiu 1°C. Assim como, no mesmo período, os níveis de CO² aumentaram aproximadamente 30%. O gás carbônico, naturalmente encontrado na atmosfera, é responsável pelo efeito estufa e pode provocar um futuro aquecimento global.
Sim, o planeta está aquecendo. Mas, segundos esses cientistas, o aumento do gás carbônico pouco interfere nas temperaturas globais. "O que sabemos é que dobrar o nível de dióxido de carbono produziria apenas um modesto aumento de temperatura de um grau centígrado" (Richard Lindzen, 2007).
Segundo eles, não há necessidade de alarme algum. O que provavelmente está aumentando a temperatura na terra são fatores naturais. “Eu não questiono que esteja havendo um aquecimento global. Houve muito aquecimento também nos anos 1930 e 40. Então, houve um leve resfriamento, de meados dos anos 40 até os anos 70, quando o aquecimento retornou, especialmente nos últimos 10 anos. Esses, porém, são fenômenos naturais, devidos a alterações na circulação dos oceanos e outros fatores” (Dr. Willian Gray, 2005)
O clima está mudando, mas a mudança é a regra. “Dois séculos atrás, a maior parte do hemisfério Norte estava emergindo de uma pequena era glacial. Mil anos atrás, durante a Idade Média, a região estava num período mais quente. Trinta anos atrás, estávamos preocupados com o esfriamento global”. (Richard Lindzen, 2007)
“Todos os dados disponíveis mostram que os níveis do mar se elevaram 120 metros desde o ápice da mais recente era glacial, há 18.000 anos. No milênio passado, a taxa de elevação foi de 18 cm por século – e há boa razão para que essa taxa continue até a próxima era glacial. As medições das marés em todo mundo não mostram nenhuma aceleração no século XX, mas somente uma taxa de elevação constante.
Como pode ser isso? Evidentemente, a elevação esperada pelo derretimento do gelo e da expansão dos oceanos aquecidos é largamente contrabalançada pela perda de água proveniente da evaporação oceânica e, conseqüentemente, mais acumulação glacial no continente Antártico. Portanto, um curto período mais aquecido (durante décadas ou mesmo séculos) não acelera a elevação do nível do mar de 19 cm por século” (Fred Singer, 2007).
“Ele [Al Gore] apresenta fotos retratando os 2% da Antártica que estão dramaticamente esquentando, mas ignora os restantes 98% que têm ficado largamente mais frios nos últimos 35 anos. O próprio painel das Nações Unidas estima que a capa branca da Antártica irá, na verdade, aumentar neste século. Da mesma forma, Mr. Gore fala do encolhimento do gelo oceânico do hemisfério norte, mas não menciona que, no Hemisfério Sul, acontece exatamente o inverso” (Bjorn Lomborg, 2007).
O cientista russo, Khabibullo Abdusamatov, tem uma interessante teoria:
"O aquecimento global é resultado da elevada e prolongada atividade solar que aconteceu na maior parte do século passado, e não se deve ao efeito estufa", disse o cientista à agência russa Nivosti. Contrariando a opinião da maioria das organizações de defesa do meio-ambiente, o cientista russo afirmou que a atividade industrial não influencia de forma determinante no clima do planeta, que ao longo dos séculos passou por períodos de aquecimento e esfriamento.
"A população não está em condições de influenciar no aquecimento global da Terra, que, após um período de aquecimento, sempre experimenta outro de esfriamento", disse Abdusamatov. Segundo o cientista, o alto nível de energia solar que chegou à Terra durante o século passado começou a cair nos anos 90 e, em conseqüência, o gradual aquecimento das águas dos oceanos foi detido.
"Entre os anos 2012 e 2015, a temperatura global da Terra começará uma lenta redução, que alcançará os níveis mínimos entre 2055 e 2060", previu. Esse esfriamento será semelhante ao observado entre 1645 e 1715 e que afetou Europa, América do Norte e Groenlândia, e que coincidiu com uma diminuição da atividade solar, período no qual rios europeus como o Tâmisa e o Sena congelaram, afirma o cientista” (Terra notícias).
Segundo muitos cientistas, o aumento do CO², longe de ser um mal, traz grandes benefícios: “Agrônomos concordam que, como alimento essencial das plantas, mais CO² estimularia um maior crescimento das plantações e florestas. Além disso, o aquecimento do oceano aumenta, inevitavelmente, a evaporação e portanto a precipitação, aumentando o suprimento global de água potável. Adicionalmente, a maior parte do aquecimento ocorreria, principalmente, à noite no inverno nas altas latitudes. Tal aquecimento pode atrasar ou mesmo anular a próxima era glacial, que é esperada após o presente período interglacial” (Fred Singer, 2007)
Ainda sobre o aumento do CO², Richard Lindzen comenta: “Quando eu, juntamente com alguns colegas da NASA, tentamos determinar como as nuvens se comportam sob um regime de temperatura variável, descobrimos o que denominamos então “Efeito Íris”, por meio do qual nuvens superiores do tipo cirrus se contraem com o aumento da temperatura, propiciando uma retro-alimentação climática negativa muito forte, suficiente para reduzir a resposta ao aumento de CO²”
Por que tais teses são ignoradas? Por que seus artigos nem são analisados por periódicos científicos como a Nature e a Science?
"Como vocês já devem ter escutado muitas vezes, 'há consenso entre os climatologistas sobre a crença no aquecimento global'. Historicamente, aludir ao consenso tem sido o promeiro subterfúgio dos canalhas: é uma forma de evitar o debate, afirmando que o assunto já está resolvido" (Dr. Michael Crichton, 2005)
"Cientistas que não concordam com o clima de alarmismo têm visto seus fundos de pesquisa desaparecerem, seu trabalho ser escarnecido, além de serem acusados de serviçais da indústria petrolífera, 'hackers' da ciência ou coisa pior. Conseqüentemente, mentiras sobre mudanças climáticas ganham credenciais científicas mesmo que sejam frontalmente contrárias à ciência que, supostamente, elas se baseiam" (Richard Lindzen, 2007)
"(...) Tudo isso contrasta fortemente com o silêncio da comunidade científica quando anti-alarmistas estavam na mira do então Senador Al Gore. Em 1992, ele liderou duas audiências públicas no Congresso Americano, durante as quais tentou intimidar cientistas dissidentes, inclusive a mim, para que mudassem de posição e apoiassem seu alarmismo climático” (Richard Lindzen, 2007).
Por que a maioria dos cientistas alardeia falsamente uma catástrofe inimaginável? Qual a razão para tanta especulação?
“Afirmações científicas ambíguas sobre o clima são injetadas diariamente na mídia pelos interessados no alarmismo, fazendo crescer o suporte político dos “policy makers” que, como num moto-perpétuo, irão suprir os fundos necessários para mais pesquisas científicas e alimentar mais alarmes para incrementar o suporte político. Afinal, quem colocará dinheiro em ciência – não importa se para AIDS, o espaço ou o clima – onde não houver nada realmente alarmante?” (Richard Lindzen, 2007).
Propor a regulamentação das emissões de CO² baseado nas atuais pesquisas é absurdo. E é exatamente isso que a ONU está fazendo com a criação e promoção do protocolo de Kyoto e de toda essa propaganda apocalíptica. Ela, assim como Al Gore e tantas outras entidades, tem interesses que vão muito além da preservação climática. Mas isso já é assunto para outro artigo.
“O estabelecimento do socialismo em nações capitalistas requer somente que atinjamos o suprimento de energia” Lênin.
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Fontes:
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5558
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5568&language=pt
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5570
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5588
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1348481-EI299,00.html
http://discovermagazine.com/2005/sep/discover-dialogue/
http://www.opinionjournal.com/editorial/feature.html?id=110009552
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