Terça-feira, Julho 01, 2008

A decadência moral da sociedade

Brigas constantes, divórcios, famílias-mosaico. O mundo moderno tem um câncer que se chama idolatria. O homem se afastou de Deus, e à medida que eleva o seu 'eu' a condição de centro do universo, torna-se mais mesquinho e individualista.

Você já parou para perguntar por que os casamentos duram tão pouco hoje em dia? A resposta é simples: as pessoas perderam a capacidade de perdoar e de pedir perdão. São muito cheias de si para se 'humilharem' em busca de reparação. "Não gostou? A fila anda!

Essa distorção de valores obviamente não se restringe ao seio familiar. Políticos corruptos, violência crescente, alunos que desrespeitam seus mestres, tudo isso tem origem no relativismo moral que se instaurou nessa sociedade.

O homem renegou a Deus. Elegeu em seu lugar falsos ídolos, como o dinheiro, a 'revolução', e o próprio ego. O resultado é a crescente animalização humana. Pais que jogam a filha pela janela, ou a mantém em cativeiro como escrava sexual por décadas, são apenas a ponta do iceberg. Eutanásia, aborto e eugenia vêm aí...

Alguns pensam que a rejeição do Divino foi na verdade um ato de libertação... Ledo engano. À medida que a tradição cristã se dilui, a liberdade individual tende a ir pro espaço. As experiências socialistas são o maior exemplo disso. Mas, não pense que com a queda do muro de Berlim estamos imunes.

No Brasil, os que ontem defendiam a ditadura do proletariado na esperança de um futuro perfeito, hoje visam a mesma ditadura, só que por um processo lento de corrosão da democracia. Medidas aparentemente inofensivas e bem intencionadas, como a criminalização da “homofobia”, escondem um viés totalitário. É o socialismo fabiano de FHC e Lula, ou "socialismo do século XXI", como diria burro-Chávez.

Numa época em que ser honesto é motivo de chacota, é preciso ter coragem para dizer não a toda essa conversa-mole-politicamente-correta. O problema do Brasil é, antes de tudo, moral. Precisamos restaurar os valores familiares. Com audácia, digamos o óbvio: o feio é feio, e o belo é belo!